quinta-feira, 23 de abril de 2015

Dia Mundial do Livro

Neste dia do livro proponho-vos uma viagem sensorial através do meu recente projeto "Uma História de Dedos", um convite da Porto Editora com palavras de Luísa Ducla Soares. 

Este livro é um elogio às nossas mãos criadoras, indispensáveis à comunicação táctil!
Mãos poderosas, confiantes, sofridas, agressivas... Mãos e dedos que foram representados e reinterpretados ao longo da História da Arte por diferentes artistas e técnicas. 
Para este livro procuram-se leitores que gostem de sentir a rugosidade dos troncos dos pinheiros, a suavidade das nossas bochechas...
Leitores que queiram descobrir a que sabe o chocolate quando comemos de olhos fechados...
Leitores que saibam revelar formas nos cortes da madeira...


Procurem-nos nas vossas livrarias e Boas leituras!











terça-feira, 14 de abril de 2015

Travalengas no Festival Fronteira 2015

Na passada 6ªf foi dia de viajar até ao festival Fronteira, encontro Literário de Castelo Branco.
Um convite da Booktailors para me juntar ao José Pires e apresentarmos o nosso livro Travalengas. Foi uma simpática tarde na Escola Básica Faria de Vasconcelos, de boa conversa e uma agradável surpresa... conhecer finalmente o rosto por detrás dos jogos de palavras do Travalengas.

Os Hipopómatos fazem de guia nesta aventura de letras e imagens, podem conhecer tudo aqui.








terça-feira, 7 de abril de 2015

Livro :: Travalengas

Depois de uma Páscoa com alguns imprevistos, muitos folares e doçaria... nada melhor do que boas leituras para voltar ao ritmo do dia a dia.
Partilho aqui imagens do meu mais recente projeto de ilustração, um livro para todos os curiosos, com alma de exploradores e olhar criativo, o Travalengas.
Um verdadeiro desafio às nossas línguas e ao nosso olhar. Para ler em voz alta como que do topo de um farol, ou rápido como a corrida de um caracol.

As palavras são de José Dias Pires e a edição da Booksmile.
Procurem-nos e divirtam-se! O jogo vai começar!





 







sábado, 7 de março de 2015

Portugal Ilustrado, na revista Saber Viver

Com a feira de Bolonha à porta, a edição de março da revista Saber Viver reservou um espaço para alguns ilustradores portugueses falarem do seu percurso profissional; das suas aspirações, conquistas, influências e deste público tão especial para quem trabalham.
Partilho convosco aqui!




terça-feira, 3 de março de 2015

O nabo gigante

O que começou assim... entre pincéis, tintas e colagens... faz agora parte do livro O nabo gigante.
Um conto tradicional escrito por António Mota e editado pela ASA.
Procurem-no!






 





quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Passeios e livros à mistura

Este post vai parecer um pouco "um peixe fora de água" mas os dias têm andado demasiado curtos para conseguir fazer as devidas partilhas. Pode ser que estas palavras sirvam para apressar o sol, um chamariz aos dias maiores e aos longos fins de tarde.
Como sabemos os livros têm o poder de nos fazer viajar, através dos seus cenários, enredos, ou mesmo através do tempo... muitos deles são verdadeiros testemunhos de passeios e pequenas paragens dos seus autores.
As ilustrações do livro " Um cavalo que eu sonhei" nasceram deste passeio pelo nosso quente alentejo, acolhedor e de mesa farta.

O passeio começou a caminho do sul pela costa, com direito a tenda montada e com diferentes paragens como a Galé, a Praia do Carvalhal, Albufeira, Boliqueime, Mértola, Mina de São Domingos, entre tantos outros!
Vou destacar a região de Mértola e os seus tesouros, como as ruínas da Mina de São Domingos, o espaço cheira ao peso da história. 
A magnitude do Pulo do Lobo e a intensidade desta queda de água que insiste em nos salpicar.
A Aldeia do Pomarão perdida na encosta do rio Guadiana, que guarda vestígios ferrugentos do antigo Porto Mineiro.
Os dias abrasadores foram passados entre o cheiro intenso da mina e os refrescantes banhos  na praia da Tapada Grande.

A mina de São Domingos foi explorada por uma empresa britânica durante quase 100 anos (1857 e 1966), foi esse contacto que fez com que esta povoação se distinguisse no nosso País, tornando-se pioneira em algumas tecnologias, como a introdução da luz elétrica e a implementação de uma linha de caminho de ferro.
Ainda hoje é possível vislumbrar a estratificação social da época através dos contrastes arquitectónicos das casas operárias construídas em banda e o antigo palacete, o actual hotel.