quarta-feira, 7 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
PISA 2012
Esta foi a imagem que criei para a iniciativa, desenvolvi o conceito a partir da ideia de grupo, de pertença. A paleta variada pretende acentuar o carácter internacional do programa.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Fernando PESSOA na Gulbenkian
Ontem fui visitar a exposição dedicada a Fernando Pessoa.
Uma oportunidade para reviver os seus heterónimos, descobrir as diferenças de cada um na escrita e na forma de ver e viver a vida, a simplicidade de Alberto Caeiro, o futurismo de Álvaro de Campos, o pessimismo e o dramatismo de Ricardo Reis e as palavras de Bernardo Soares no livro do Desassossego.
No início da exposição é-nos dado a conhecer um pouco melhor cada um destes heterónimos; num segundo espaço, acompanhamos através de uma cronologia a vida de Pessoa, a sua família, as suas conquistas e os seus estudos.
Mais à frente parece que finalmente estamos preparados para viajar sensorialmente através do espaço e da palavra.
As palavras divagam pelas pareces, ora reflectindo-se, ora avançando para nós... Ali a poesia é rainha e somos convidados a desenhar um percurso naquela sala pouco iluminada numa atmosfera íntima.
Fica a sugestão até dia 29 de Abril.
Partilho alguns excertos deste plural poeta...
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive. Ricardo Reis
O essencial é saber ver,
Saber ver sem estar a pensar,
Saber ver quando se vê,
E nem pensar quando se vê,
Nem ver quando se pensa.
Mas isso (triste de nós que trazemos a alma vestida!),
Isso exige um estudo profundo,
Uma aprendizagem de desaprender. Alberto Caeiro
Nunca amamos alguém.
Amamos, tão somente,
a ideia que fazemos de alguém.
É a um conceito nosso — em suma,
é a nós mesmos — que amamos. Bernardo Soares, in Livro do Desassossego
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
c
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
c
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas. Álvaro de Campos
c
*(fotos retiradas do site da Fundação Calouste Gulbenkian)
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Gatafunho
O Chiado é um verdadeiro teste à resistência dos "comerciantes".
Assistimos sucessivamente ao fecho e abertura de novos espaços.
O mercado livreiro tem sido personagem de destaque numa era que caminha cada vez mais lado a lado com as tecnologias digitais. Neste mês, despedimo-nos da antiga Livraria Portugal e recebemos a Livraria Gatafunho, que finalmente nos dá o privilégio da sua companhia, trazendo-nos novidades fresquinhas de outros cantos do mundo.
Ficam aqui os sinceros desejos de boa sorte!
Convido-os a visitar esta simpática "família", na loja 2 do centro comercial | Espaço Chiado na Rua da Misericórdia, Nº 14.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Por dentro das histórias II
Não importa o quê... Aqui é onde busco a minha paz, o meu conforto, o meu sossego, a minha energia, e as minhas certezas!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
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