Esta foi a imagem que criei para a iniciativa, desenvolvi o conceito a partir da ideia de grupo, de pertença. A paleta variada pretende acentuar o carácter internacional do programa.
quinta-feira, 1 de março de 2012
PISA 2012
Esta foi a imagem que criei para a iniciativa, desenvolvi o conceito a partir da ideia de grupo, de pertença. A paleta variada pretende acentuar o carácter internacional do programa.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Fernando PESSOA na Gulbenkian
Ontem fui visitar a exposição dedicada a Fernando Pessoa.
Uma oportunidade para reviver os seus heterónimos, descobrir as diferenças de cada um na escrita e na forma de ver e viver a vida, a simplicidade de Alberto Caeiro, o futurismo de Álvaro de Campos, o pessimismo e o dramatismo de Ricardo Reis e as palavras de Bernardo Soares no livro do Desassossego.
No início da exposição é-nos dado a conhecer um pouco melhor cada um destes heterónimos; num segundo espaço, acompanhamos através de uma cronologia a vida de Pessoa, a sua família, as suas conquistas e os seus estudos.
Mais à frente parece que finalmente estamos preparados para viajar sensorialmente através do espaço e da palavra.
As palavras divagam pelas pareces, ora reflectindo-se, ora avançando para nós... Ali a poesia é rainha e somos convidados a desenhar um percurso naquela sala pouco iluminada numa atmosfera íntima.
Fica a sugestão até dia 29 de Abril.
Partilho alguns excertos deste plural poeta...
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive. Ricardo Reis
O essencial é saber ver,
Saber ver sem estar a pensar,
Saber ver quando se vê,
E nem pensar quando se vê,
Nem ver quando se pensa.
Mas isso (triste de nós que trazemos a alma vestida!),
Isso exige um estudo profundo,
Uma aprendizagem de desaprender. Alberto Caeiro
Nunca amamos alguém.
Amamos, tão somente,
a ideia que fazemos de alguém.
É a um conceito nosso — em suma,
é a nós mesmos — que amamos. Bernardo Soares, in Livro do Desassossego
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
c
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
c
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas. Álvaro de Campos
c
*(fotos retiradas do site da Fundação Calouste Gulbenkian)
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Gatafunho
O Chiado é um verdadeiro teste à resistência dos "comerciantes".
Assistimos sucessivamente ao fecho e abertura de novos espaços.
O mercado livreiro tem sido personagem de destaque numa era que caminha cada vez mais lado a lado com as tecnologias digitais. Neste mês, despedimo-nos da antiga Livraria Portugal e recebemos a Livraria Gatafunho, que finalmente nos dá o privilégio da sua companhia, trazendo-nos novidades fresquinhas de outros cantos do mundo.
Ficam aqui os sinceros desejos de boa sorte!
Convido-os a visitar esta simpática "família", na loja 2 do centro comercial | Espaço Chiado na Rua da Misericórdia, Nº 14.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Por dentro das histórias II
Não importa o quê... Aqui é onde busco a minha paz, o meu conforto, o meu sossego, a minha energia, e as minhas certezas!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Pedro Malasartes e o Príncipe com cabeça de cavalo
Os Hipópomatos descobriram mais duas novidades nas livrarias!
Da colecção Contos Tradicionais, de António Mota, agora nas estantes podem encontrar também "O Príncipe com cabeça de cavalo" e "Pedro Malasartes".
Finalmente, a visita dos Hipópomatos ao meu espaço de trabalho, está no ar! Saibam tudo aqui!
Da colecção Contos Tradicionais, de António Mota, agora nas estantes podem encontrar também "O Príncipe com cabeça de cavalo" e "Pedro Malasartes".
Finalmente, a visita dos Hipópomatos ao meu espaço de trabalho, está no ar! Saibam tudo aqui!
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